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September, 2019
One of Eastern Europe’s most attractive markets
The Portuguese Business Association (AEP) led its third trade mission to Belarus between 16 and 20 September. Belarus is a country looking to diversify its import partners so as to reduce its dependency on neighbouring Russia, and has therefore been turning its eye to the EU in search of new suppliers.
For AEP chairman Luís Miguel Ribeiro this mission took into account the fact that Belarus is also an important platform for accessing other markets (free access to Russia, Kazakhstan and Armenia) and presents interesting business opportunities in sectors where Portugal has a lot of potential.
The AEP delegation stayed in Minsk, the capital and largest economic centre of Belarus, to establish contacts with potential local partners, through pre-arranged meetings.
This was the AEP’s third trade mission to Belarus, the first and second having taken place in 2015 and 2016, respectively. The companies which took part in this mission were: Arcen Engenharia (Industrial machinery for the construction materials, ceramics and glass sectors), Quinta das Arcas – Sociedade Agrícola (wines and spirits), Habidon – Sinalização Rodoviária (Machinery and equipment), Valente Marques (husking and bleaching of rice) and VibroSystems – Positioning and Feeding Parts Technology (Vibratory feeding equipment).
Belarus is currently one of the most economically attractive economies in Eastern Europe. It is politically stable, has an open economy, low taxes, a consumer market which is heavily dependent on imports and a privileged geographical location.
The business volume between Belarus and the EU, its second trade partner after Russia, grew by 19.6% in 2018, to a total of 17.3 billion dollars, 7.1 billion euros of which are Belarussian imports from the European Union.
Located in the heart of Europe, Belarus has a 9.5 million consumers, 80% of which are middle class, which has an expenses structure which allows an average family to enjoy the same level of consumption as a Slovakian or Lithuanian family and twice that of a Ukrainian family.
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Setembro, 2019
AEP organizou a terceira Missão Empresarial à Bielorrússia, um dos mercados mais atrativos do Leste Europeu
A AEP – Associação Empresarial de Portugal esteve, de 16 a 20 de setembro, a liderar a terceira Missão Empresarial à Bielorrússia, um país que pretende diversificar os seus parceiros de importação, reduzir o grau de dependência do seu vizinho russo e que começa a voltar-se para a União Europeia em busca de novos fornecedores.
Para o presidente a AEP, Luís Miguel Ribeiro, esta missão teve em conta o facto da Bielorrússia ser uma plataforma importante para outros mercados (livre acesso aos mercados da Rússia, do Cazaquistão e da Arménia) e apresentar interessantes oportunidades de negócios em setores onde Portugal tem potencial.
A comitiva da AEP permaneceu em Minsk, capital e o maior centro económico da Bielorrússia, para estabelecer contatos com potenciais parceiros locais, através de reuniões previamente agendadas.
Esta missão, a terceira organizada pela AEP à Bielorrússia (a primeira foi em 2015 e a segunda em 2016), reuniu as empresas Arcen Engenharia (Máquinas indústrias de materiais de construção, cerâmica e vidro), Quinta das Arcas – Sociedade Agrícola (Vinhos e licores), Habidom – Sinalização Rodoviária (Máquinas e equipamentos), Valente Marques (Descasque, branqueamento arroz) e VibroSystems – Positioning and Feeding Parts Technology (Equipamentos alimentação vibratória).
Atualmente, a Bielorrússia é um dos mercados economicamente mais atrativos do Leste Europeu. Apresenta estabilidade política, uma economia aberta, impostos baixos, um mercado, de consumo com uma grande dependência das importações e uma posição geográfica privilegiada.
Em 2018, o volume de negócios entre a Bielorrússia e a União Europeia, o segundo parceiro comercial a seguir à Rússia, cresceu 19,6%, tendo atingido 17,3 mil milhões de dólares dos quais 7,1 mil milhões de euros correspondem às importações bielorrussas da EU.
Situada no coração de Europa, a Bielorrússia tem 9,5 milhões de consumidores, 80% pertencentes à classe média, que conta com uma estrutura de despesas que permite a uma família média ter o mesmo nível de consumo de uma família eslovaca ou lituana e duas vezes superior ao de uma família ucraniana.

