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Angola is an important trading partner of Portugal, namely as a destination for exports, being Portugal, in 2015, the second largest supplier of Angola worldwide, behind China (which occupies the first place) and ahead of South Korea, USA and France, respectively 3rd, 4th and 5th main supplier. In the opposite direction, last year Portugal was the 7th customer of Angola.

Between 2010 and 2014, exports from Portugal to Angola had an annual average growth of 15%, while imports rose by an annual average of 36.1%. The most recent data released by AICEP Portugal Global show, however, that in 2015, trade flows between Portugal and Angola have decreased and this behavior is continuing during the current year.

From January to August 2016, exports to the Angolan market fell 42.2%, to 824.5 million euros, compared to the same months of 2015. In the same way, imports decreased by 36.1%, to 550.5 million euros, in the first eight months of 2016, over the same period of last year.

According to data of 2015, exports fell by 33.9% to 2 099.6 million euros, while imports fell 28.9% to 1 142.3 million euros.

Angola mainly buys to Portugal machinery and equipment (24.7% of the total exported from January to August of this year), agricultural products (14%), food products (12.2%), chemicals (11.8%) and common metals (7.5%).

Portugal mainly imports from Angola mineral fuels (petroleum), which accounted for 97.4% of the total imported in the first eight months of 2016, a decreased of 37% over the first eight months of last year, to a value of 536.2 million euros, which was similar to 2015 behavior. At the end of last year, oil imports fell by 29.6% to 1 128.1 million euros.

The decline of trade exchanges between the two countries is the result of the decrease of Portuguese companies exporting to the Angolan market. The year 2015 ended with the registration of 7.466 Portuguese economic operators to export to Angola, less 1.965, compared to 2014.


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Portugal é o segundo fornecedor de Angola

Angola é um importante parceiro comercial de Portugal, designadamente enquanto destino das exportações, sendo que o nosso país foi, em 2015, o 2º fornecedor de Angola a nível mundial, atrás da China (que ocupa o primeiro lugar), e à frente da Coreia do Sul, EUA e França, respetivamente 3º, 4º e 5º principal fornecedor. No sentido inverso, Portugal foi o 7º cliente de Angola, no ano passado.

Entre 2010 e 2014, as exportações de Portugal para Angola tiveram crescimentos médios anuais de 15%, enquanto as importações subiram a uma média anual de 36,1%. Os dados mais recentes divulgados pela AICEP Portugal Global mostram contudo que, em 2015, os fluxos comerciais entre Portugal e Angola diminuíram e que este comportamento está a manter-se durante o ano corrente.

De janeiro a agosto de 2016, as exportações para o mercado angolano caíram 42,2%, situando-se em 824,5 milhões de euros, na comparação com os mesmos meses de 2015. No mesmo sentido, as importações desceram 36,1%, para 550,5 milhões de euros, nos primeiros oito meses deste ano, face ao período homólogo.

Na análise dos dados de 2015, há a registar uma queda das exportações de 33,9%, para valores de 2 099,6 milhões de euros, enquanto as importações recuaram 28,9%, para 1 142,3 milhões de euros.

Angola compra, sobretudo, a Portugal máquinas e aparelhos (24,7% do total exportado de janeiro a agosto deste ano), produtos agrícolas (14%), alimentares (12,2%), químicos (11,8%) e metais comuns (7,5%).

As importações de Portugal provenientes de Angola concentram-se no grupo dos combustíveis minerais (petróleo), que representou 97,4% do total importado nos primeiros oito meses de 2016, tendo o montante desta categoria de produtos diminuído 37% face aos primeiros oito meses do ano passado, para um valor de 536,2 milhões de euros. Este comportamento foi semelhante ao registado durante 2015. No final do ano passado, as importações de petróleo caíram 29,6% e ficaram-se pelos 1 128,1 milhões de euros.

A diminuição das trocas comerciais entre os dois países reflete-se, naturalmente, na evolução do número de empresas portuguesas que exportam para o mercado angolano. O ano de 2015 terminou com o registo de 7 466 operadores económicos portugueses a exportar para Angola, menos 1965, na comparação com 2014.

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